CONTEXTO

A presença brasileira é tímida nos rankings universitários internacionais e só começa a aparecer a partir da 250º colocação, como é o caso da Universidade de São Paulo (USP) no ranking Times Higher Education (THE). Por outro lado, embora haja um desempenho melhor no Quacquarelli Symonds (QS) Ranking, com a Universidade de São Paulo (USP) na 116º posição, o Brasil possui somente outras quatro universidades entre as 500 melhores do mundo.

Sem entrar no mérito de quem, como, o quê e por quê cada ranking mensura as universidades, havendo diferenças substanciais em cada um deles, este Ranking de Universidades Empreendedoras possui uma série de singularidades. A primeira consiste em "quem" o elabora. A Brasil Júnior, uma organização sem fins econômicos, que representa quase 1.000 empresas juniores, sendo mais de 22.000 estudantes em todo Brasil. O “como” é feito de outra centena de voluntários, parceiros e organizações, partindo sempre da perspectiva discente, e que compartilham do objetivo de construir universidades melhores. O “o quê” também é uma novidade, na medida em que é o primeiro e único ranking que se propõe a medir as universidades empreendedoras. Por fim, o "por quê" é o mais genuíno: auxiliar para o debate e construção de universidades melhores, universidades mais empreendedoras.

COMO É FEITO

O Ranking de Universidades Empreendedoras é feito a partir da coleta e análise de dados provindas de três diferentes fontes. A pesquisa de percepção, tem como objetivo coletar as percepções dos próprios alunos das universidades brasileiras; a coleta por meio dos embaixadores visa obter informações autodeclaradas pelas universidades; já os dados de fontes secundárias, ou seja, base de dados, objetivam complementar, a partir de informações já existentes, a pesquisa.

DIMENSÕES E INDICADORES